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Sinceramente, ainda não consigo entender porque as empresas como Microsoft, Apple e várias outras ainda perdem tempo distribuindo os seus aplicativos via CD ou DVD. Muitos computadores em breve começarão a deixar de vir com esse tipo de leitor, sendo o padrão somete através de unidades externas via conexão USB ou Thunderbolt.
Para mim, os sistemas operacionais já deveriam vir somente em Pendrive e opcionalmente, se o comprador quiser, baixar um ISO e gravar um CD ou DVD de instalação ou ainda simplesmente ter um aplicativo oficial para gerar o Pendrive de instalação como já existe para o Windows 7.
Eu particularmente tenho um monte de Pendrive de instalação dos sistemas operacionais que eu uso, como por exemplo o Ubuntu, Windows 7 e agora, gerei um também para o Windows 2008, pois para o meu trabalho, eu tenho que ter profundos conhecimentos em diversos sistemas.
Para gerar o Pendrive de instalação do Windows 2008, eu utilizei o aplicativo A Bootable USB que em poucos cliques é possível realizar todos os procedimentos.
Após baixar o aplicativo, execute-o e tenha em mãos um Pendrive de no mínimo 4GB e o seu DVD de instalação do Windows 2008, sendo que você também poderá gerar através de uma imagem de disco ISO.
Depois de executar, aparecerá a tela de setup do aplicativo. Eu particularmente não instalei, apenas executei no diretório onde descompactei os arquivos, conforme o exemplo abaixo. Em seguida, clique sobre o botão OK.
Se você estiver usando o Windows Vista ou 7, não esqueça de executar este aplicativo com direitos de administrador, clicando com o botão do mouse sobre o ícone.
Depois disso, aparecerá a janela com os procedimentos a serem realizados. Basta agora seguir os seguintes procedimentos.
Depois disso, basta configurar o seu servidor para dar boot pela porta USB e instalar o sistema operacional normalmente.
Para quem utiliza o uTorrent para Windows, agora há possiblidade de instalar alguns aplicativos que se integram com o gerenciador de downloads.
Um deles, o uMap, é bastante interessante, pois permite que o usuário visualize no mapa de onde os downloads estáo vindo.

Uma das coisas mais irritantes para os usuários Windows é sem dúvida o backup. Não vem junto com o sistema operacional nenhuma ferramenta que realmente preste. No Windows 7 bem que tentaram, mas ainda não chega aos pés de ferramentas nativas em outros sistemas operacionais, como por exemplo o Time Machine para Mac OS X e as diversas ferramentas para Linux, sendo que na minha opinião é melhor ainda seja o bom e velho rsync.
Para atender essa necessidade, achei uma ferramenta muito interessante e que tenta imitar o máximo possível o Time Machine da Apple, trata-se do Oops!Backup.
Não é uma ferramenta gratuita, mas em compensação o seu custo de apenas $37 é muito baixo para a sua grande utilidade e que poderá lhe salvar de grandes dores de cabeça ao recuperar arquivos facilmente.
Depois de instalado, basta escolher quais diretórios realizar o backup, conectar um HD externo e deixar o restante com o sistema, onde de uma em uma hora ele fará um backup diferencial, ou seja, copiará somente o que for novo ou alterado por você, o que deixará os seus backup menores e mais rápidos, pois o sistema utiliza o algoritmo do rsync.
Quando precisar recuperar algum arquivo, basta voltar para o dia e horário e restaurar a versão do arquivo desejado.
Esse é realmente o verdadeiro Time Machine para Windows.
Sei que essa pergunta já foi exposta por diversos blogs, revistas, etc., mas não pude deixar de colocar no meu blog a minha visão sobre o assunto.
Sou usuário Linux desde 1996, quando mal se ouvia dizer alguma coisa sobre o sistema operacional e o mesmo era muito criticado (com razão) por diversas pessoas por se tratar de um sistema operacional complicado de instalar e configurar.
Em 1998 comecei a dar aulas oficiais do Conectiva Linux em Maringá-PR e eu creio que fui um dos primeiros instrutores oficiais (e certificado) da Conectiva a ministrar os cursos no interior do Paraná e porque não do Paraná inteiro.
Em 2000 comecei a trabalhar na Conectiva em Curitiba e posteriormente transferido para o Rio de Janeiro, onde em 2004 fui demitido pelo fato de a empresa ter fechado suas operações na cidade.
Sendo assim, posso dizer que eu pude acompanhar muito a evolução do Linux tanto para servidores, quanto para desktop. Acompanhei surgimentos de projetos que prometeram ser inovadores, assim como a morte de diversos deles. Acompanhei o surgimento de dezenas de distribuições Linux que também prometeram muitas coisas, assim como também a morte de diversas delas.
Já acompanhei diversas pesquisas nacionais e internacionais afirmando que o Linux teria uma grande fatia da utilização em desktop em diversos anos e nenhuma dessas pesquisas acertaram.
Nem com o computador popular o sistema não emplacou, onde os próprio vendedores vendiam o computador e o serviço de instalação do Windows pirata.
Mas voltando para a questão: Porque o Linux tem pouca aceitação para desktops?
Na minha opinião:
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